Cadê o braço
do abraço ,
o beijo , o toque ,
o laço ?
Cadê o sorriso ,
colorido ,
paraíso alegre
do carinho ?
Cadê a flor ,
espontânea do amor ?
Desabrocham
espinhos da dor
Fere a carne que pensa,
sangra a razão que descobre...
Que tudo neste mundo
ilude-se na conveniência...
Luiz Grimaldi
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